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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Monte seu Cuffômetro Manual,

Cuffômetro de Fábrica
O Cuffômetro é um aparelho utilizado para verificação da Pressão do Balonete do Tubo Orotraquel, o Cuff, pode custar entre R$ 1.700,00 a R$ 2.250,00.  É utilizado, como já dito, para monitoramento da pressão do cuff, parâmetro importante para que se evite escapes de ar e pressão muito elevada do balonete na traqueal do paciente, os valores normais são de 20 a 34 cmH2O (15 - 25 mmHg), onde deve ser monitorada diariamente, de preferência 3x ao dia. Como alguns hospitais não têm recursos financeiros para adquirir um aparelho deste a equipe pode fazer uma adaptação (famosa gambiarra) para pode ter esse recurso.


 Segue abaixo o material necessário.
  • Manômetro de aparelho de pressão
  • Seringa 20 ml
  • Torneirinha de 3 vias
  • Pedaço de garrote 
  • Equipo de bomba (na verdade vc só precisa da ponta dele)
Cuffômetro Manual
Como fazer:

  1. Corte a ponta do equipo e um pedaço do garrote,
  2. Conecte o pedaço de garrote no manômetro, na ponta do equipo e depois na torneirinha;
  3. Conecte a serinda de 10 ml na torneirinha.
Como aferir a pressão do cuff::
Acopla-se o cuffômeto no balonete externo do cuff da TOT com a torneirinha fechada para a seringa e verifique qual a pressão está dando. Se não estiver condizendo com os valores normais que o Consenso de Ventilação Mecânica preconiza, você deve insufla-lo até o valor ideal através da seringa conectada na torneirina. 



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Locação de CPM, acesse e entre em contato: http://www.raylanafisioterapeuta.blogspot.com/2011/12/locacao-de-cpmjoelho.html

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Grande Mestre Toni Vargas



Nos dias 11 e 12 de fevereiro o Grupo Ilê Dara proporcionou a Capoeira do Amapá teve a honra de ter a presença do Grande Mestre Toni Vargas, um poeta, um cantador e um Mestre de Capoeira da maior qualidade. Fica meu agradecimento por ter tido a oportunidade de conhecê-lo.
Salve Capoeira!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Minotauro faz uso de KinesioTape em sua reabilitação

Um mês antes de sua luta com Frank Mir, pelo UFC 140, Rodrigo Minotauro lesionou os dois ombros. A informação foi revelada pelo baiano ao SPORTV.COM na noite dessa quarta-feira. Durante os treinos que faziam parte da preparação, ele sofreu uma luxação no ombro direito e uma lesão no manguito rotador do ombro esquerdo, grupo de músculos que cobre a cabeça do úmero e tem grande importância na estabilização, força e mobilidade do local. 
O peso-pesado, no entanto, garante que conseguiu se recuperar a tempo de chegar 100% para o combate, que ocorreu no dia 10 de dezembro, no Canadá, e terminou com vitória do americano por finalização no primeiro round. O saldo para Minotauro foi ainda pior: sofreu uma fratura no braço direito por causa da kimura aplicada pelo adversário.
Segundo a fisioterapeuta de Minotauro, Angela Côrtes, o lutador chegou a pensar que não conseguiria entrar no octógono para enfrentar Frank Mir, mas foi convencido por ela de que havia tempo suficiente para a recuperação. Angela, por sinal, contou como está a evolução da fratura. Ela não esconde a grande admiração que tem pelo paciente:
- A mecânica dele está ótima, está perfeita. Está superando mais uma vez. Estamos já com seis semanas após a cirurgia, que foi dia 17 de dezembro. Ele ganhou estabilidade, não tem mais o que ganhar em angulação de flexão. Faz fisioterapia diariamente, uma média de duas, três horas por vez. O segredo está aí. Ele me motiva, porque nunca reclama. Eu peço para ele fazer dez repetições, ele quer fazer 30. Determinação que nem a dele eu nunca vi igual até hoje.
O ex-campeão interino do UFC afirmou que seu desejo é lutar no evento que será realizado em São Paulo, no dia 16 de junho. Ele volta aos treinos em março e teria alguns meses para se preparar para entrar em ação novamente no Brasil. Mesmo que as coisas não corram conforme o otimismo de Minotauro, alguém se arrisca a duvidar dele?




- Sou uma máquina de trabalho (risos)!


Fonte: sportv.com.br

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Kinesio: Fita 'mágica' vira moda entre atletas e gera dúvidas em especialistas



A moda era usar um adesivo dilatador no nariz. Passou a ser a pulseira do equilíbrio. Agora, são as fitas coloridas coladas em todo o corpo.
Em comum, atletas de alto rendimento em busca das novidades na medicina. E a consequente influência sobre os demais esportistas amadores.
A mais recente mania, porém, não foi lançada nesta estação. Foi inventada na década de 1970 e, nos últimos meses, vem estampando as peles de astros do tênis, do basquete, do vôlei, do futebol.
É uma bandagem elástica e adesiva --sem medicamento algum-- que tem várias funções, entre elas, sustentar articulações e musculaturas apenas pelo modo, direção e tensão com os quais é aplicada sobre a pele das pessoas.
O produto é conhecido como kinesio, nome original da criação do quiropraxista japonês Kenzo Kaze.
As fitas consideradas terapêuticas, porém, ainda não têm comprovação científica conclusiva sobre sua eficácia.
Mesmo assim, no Brasil, clubes e seleções já utilizam o produto que pode ser importado de países da Ásia, Europa e dos Estados Unidos.
"Hoje, o uso é positivo. Tenho percebido o ganho de confiança nos jogadores. Mas é subjetivo, psicológico", afirma o fisioterapeuta do Corinthians, Bruno Mazziotti.
Ele diz que, no jogo contra a Portuguesa, na semana passada, quatro corintianos usaram as bandagens, seja por incômodo muscular ou para ter segurança em articulação.
"É experimento. Não faz milagre, é mais um recurso. A própria medicina descreve o efeito placebo", diz Mazziotti, sobre a crença do paciente em estar com algo que lhe ajude em uma cura.
Já no São Paulo, o fisioterapeuta Ricardo Sasaki deixou de aplicar a técnica.
"Já usamos, dizem que ajuda, mas não vi comprovação", resumiu o são-paulino.


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autoriza a venda das fitas no país. São cinco fabricantes, geralmente encontrados em importadoras ou via internet.
De acordo com Pietro Rigamonti, diretor comercial da Politec Saúde, representante da Kinesio Taping no Brasil, existem muitos estudos que comprovam o benefício nas mais diferentes aplicações.
"Acontece que estes estudo mostram que as bandagens têm eficácia, porém o motivo ainda não é totalmente claro. Ela funciona, mas é difícil explicar o porquê."
Para aplicar a bandagem, segundo os fabricantes, existem cursos específicos.
"O relato das pessoas que usam é que, no máximo, não faz diferença. E muitos sentem melhoras", diz o fisioterapeuta da seleção brasileira de tênis, Ricardo Takahashi, que fez o curso, conhece a técnica há mais de seis anos e estuda o assunto.
Ele e os professores Leonardo Costa e Patrícia Pereira vão iniciar um trabalho na Universidade Cidade de São Paulo com 150 voluntários para entender como o tratamento e suas maneiras de aplicar a tensão funcionam.
"Está na moda. Melhora de edema a dor de cabeça. Mas não temos comprovação científica. São poucos estudos, poucas amostras. Sabemos que funciona como quando você sente uma dor e aperta ou esfrega o local e assim já melhora. A fita faz isso."
A moda está lançada.


Fonte: folha.com