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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Fisioterapia e as Normas Técnicas de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Essa portaria contempla as solicitações feitas pela ASSOBRAFIR em relação a participação do Fisioterapeuta na Terapia Intensiva. Veja alguns itens da portaria abaixo.


Seção III

Recursos Humanos

Art. 12 As atribuições e as responsabilidades de todos os profissionais que atuam na unidade devem estar formalmente designadas, descritas e divulgadas aos profissionais que atuam na UTI.

Art. 13 Deve ser formalmente designado um Responsável Técnico médico, um enfermeiro coordenador da equipe de enfermagem e um fisioterapeuta coordenador da equipe de fisioterapia, assim como seus respectivos substitutos.

§ 1º O Responsável Técnico deve ter título de especialista em Medicina Intensiva para responder por UTI Adulto; habilitação em Medicina Intensiva Pediátrica, para responder por UTI Pediátrica; título de especialista em Pediatria com área de atuação em Neonatologia, para responder por UTI Neonatal;

§ 2º Os coordenadores de enfermagem e de fisioterapia devemser especialistas em terapia intensiva ou em outra especialidade relacionada à assistência ao paciente grave, específica para a modalidade de atuação (adulto, pediátrica ou neonatal);

§ 3º É permitido assumir responsabilidade técnica ou coordenação em, no máximo, 02 (duas) UTI.

Art. 14 Além do disposto no Artigo 13 desta RDC, deve ser designada uma equipe multiprofissional, legalmente habilitada, a qual deve ser dimensionada, quantitativa e qualitativamente, de acordo com o perfil assistencial, a demanda da unidade e legislação vigente, contendo, para atuação exclusiva na unidade, no mínimo, os seguintes profissionais:

I - Médico diarista/rotineiro: 01 (um) para cada 10 (dez) leitos ou fração, nos turnos matutino e vespertino, com título de especialista em Medicina Intensiva para atuação em UTI Adulto; habilitação em Medicina Intensiva Pediátrica para atuação em UTI Pediátrica; título de especialista em Pediatria com área de atuação em Neonatologia para atuação em UTI Neonatal;

II - Médicos plantonistas: no mínimo 01 (um) para cada 10 (dez) leitos ou fração, em cada turno.

III - Enfermeiros assistenciais: no mínimo 01 (um) para cada 08 (oito) leitos ou fração, em cada turno.

IV - Fisioterapeutas: no mínimo 01 (um) para cada 10 (dez) leitos ou fração, nos turnos matutino, vespertino e noturno, perfazendo um total de 18 horas diárias de atuação;

V - Técnicos de enfermagem: no mínimo 01 (um) para cada 02 (dois) leitos em cada turno, além de 1 (um) técnico de enfermagem por UTI para serviços de apoio assistencial em cada turno;

Art. 15 Médicos plantonistas, enfermeiros assistenciais, fisioterapeutas e técnicos de enfermagem devem estar disponíveis em tempo integral para assistência aos pacientes internados na UTI, durante o horário em que estão escalados para atuação na UTI.



fonte: http://www.crefito12.org.br/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Expediente Suspenso na Delegacia do Crefito 12 no Amapá no Mês de Julho

Segundo análise de circunstâncias do mês de julho, o mês das “férias”, a Presidente (em exercício) do Conselho Regional de Fisioterapia e Fisioterapia Ocupacional 12ª Região, baixou uma portaria na qual suspendeu as atividades da Delegacia do CREFITO 12 no Amapá. O motivo? Economia de água, luz e telefone, visto que, segundo eles, o mês de julho há um decréscimo da procura dos serviços na Delegacia. 


Agora me pergunto como podem suspender o expediente de uma Delegacia de um Conselho Regional, se os profissionais continuam na atribuição de suas profissões, uma vez que hospitais e centros de reabilitação não entram de férias, por exemplo.

E se precisarmos, teremos que fazer interurbanos, enviar e-mails ou fax. Não podendo esquecer de relatar que muitas das vezes ficamos sem resposta do e-mail, o fax não atende e ficamos longos minutos na espera de resposta pelo telefone (isso quando não cai a ligação).

É pra isso que pagamos um dos valores mais altos de anuidade?? Pagamos ANUIDADE..deveriamos ter o direito de ter os serviços em todos os meses do ano.

Quem quiser ler a portaria na íntegra, acesse: => http://www.crefito12.org.br

terça-feira, 5 de julho de 2011

Simulador de Asculta Pulmonar e Cardíaca

O simulador de Asculta Pulmonar e Cardíaca é uma produção da UNIFESP. Tem como objetivo ajudar os alunos a prática dos sons pulmonares e cardíacos. Vale a pena conferir. 


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Padrões Respiratórios Patológicos

Respiração de Cheyne-Stokes


Caracteriza-se pela alternância de períodos de apneias com respirações rápidas e profundas. Com o ciclo iniciando de forma lenta e superficial até alternar de forma rápida a sua frequência (FR) e amplitude (VC) até reduzir-se a uma apneia. resultando na queda da saturação de oxigênio. É observado em pacientes cardiopatas (ICC) , AVE, Tumores, encefalites, meningites e outros que afetem o SNC e também em pacientes expostos a elevadas altitudes.


Respiração de BIOT

Também conhecida como ventilação atáxica de Biot, é um padrão ventilatório que traduz um mau prognóstico, pois resulta de uma lesão no tronco cerebral (por compressão) que lesão neurônios responsáveis pela ritmicidade da respiração espontânea. Normalmente, os pacientes que apresentam esse tipo de padrão ventilatório são portadores de meningites, PIC elevadas, neoplasias, hematomas extradurais, isquemias do tronco cerebral. Caracteriza-se por uma arritimia ventilatória havendo variação nos movimentos torácicos e volumes correntes (entre os períodos de apneias).


Respiração de Kussmaul

Caracterizada por amplitude e frequência respiratória elevadas. Pode ser observada em pacientes com insuficiência renal, cetoacidose diabéticas e outras acidoses.



Gasping

Também conhecido com “Fome de Ar”. É caracterizado por altas amplitudes (VC) de curta duração com períodos de apneias subsequentes, indica mau prognóstico. Pode ocorrer em pacientes com lesão isquêmica de tronco cerebral.

Respiração Paradoxal

Caracteriza-se pela inversão do movimento ventilatório, sendo realizado pela região abdominal durante a inspiração. O movimento se dá como se a parede torácica “move-se para fora e a parede abdominal para dentro”. Ocorre quando há aumento da carga inspiratório e pode acontecer por patologias obstrutivas, lesões de nervo frênico, paralisias diafragmáticas, traumas torácico, s etc. Pode levar a uma fadiga muscular e posteriormente falência muscular respiratória, caso o quadro persista.